quarta-feira, 27 de julho de 2011

E a Norma... ainda é culta?

Frequentemente (sem o trema), aliás, muito frequentemente, deparamo-nos com problemas de escrita na expressão verbal. Não que o domínio da língua seja realmente uma tarefa fácil, mas, convenhamos, há uma profusão de erros crassos, agora, evidenciados com a febre, ou mania, de todos quererem dizer algo sobre alguma coisa nis novos espaços virtuais. Mesmo não sendo um especialista no assunto, isto é, possuir uma formação sólida e continuada sobre os mais diversos aspectos que envolvem, minimamente, a grafia correta das palavras, pois, elas, as palavras, ainda são o principal instrumento da comunicação humana, atrever-me-ei (putz!) a postar (imprimir na tela) algumas observações que poderão, se é que as pessoas possam assim considerar, ajudar a corrigir os erros e tornar a expressão mais condizente com aquilo que se designou por "língua padrão". Até que se prove o contrário, mesmo levando em conta correntes mais "flexíveis" de experts, as regras gramaticais orientam a contrução da própria manifestação do pensamento. Dessa forma, como a escrita nada mais é do que uma das nossas formas de linguagem, com suas especificidades, vamos iniciar esta jornada procurando a simplicidade e a criatividade para um melhor entendimento das questões aqui abordadas. Esperamos contribuir para a propagação das formas corretas de se grafar palavras, que representam, sempre, ideias (sem acento), sentimentos, pensamentos, relatos ou qualquer outro nível de expressão. O sentido estará sempre em jogo, pois decorre exatamente dessas mesmas contruções sintático-semânticas.
RM

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